domingo, 30 de junho de 2013
segunda-feira, 24 de junho de 2013
domingo, 23 de junho de 2013
Menina Gaúcha (Héber Bensi)
Menina gaúcha, tão simples, tão linda,
Não se deslumbra, quando incandescente
Faz a noite inaugurar todo o brilho, de
Suas estrelas silenciosas, permanente
Dança de infinitos. Seus olhos, querida,
De verdade, são a própria pureza do interior,
Dos palcos naturais que você anda, pra
Voar, como uma oração, nos palcos do mundo.
Você, menina, que é a própria definição da
Pureza, e beleza, do essencial, invisível
Aos olhos, tem os sonhos maiores que o mundo,
Estados das coisas, você tem a sua força,
Viva, doce, delicada. Claros olhos, valentes,
Às vezes desperta a inveja só por ter a luz
Maior que o próprio céu, e espelhar o amor...
Preferir compreender, amar a ser amada, e
Assim, querida, é amada como é bela, e tem
Não só a poesia a ti, mas o céu, e o sempre,
Amor, menina, amor, tem esse amor pra sempre...
Menina gaúcha, tão simples, tão linda,
Não se deslumbra, quando incandescente
Faz a noite inaugurar todo o brilho, de
Suas estrelas silenciosas, permanente
Dança de infinitos. Seus olhos, querida,
De verdade, são a própria pureza do interior,
Dos palcos naturais que você anda, pra
Voar, como uma oração, nos palcos do mundo.
Você, menina, que é a própria definição da
Pureza, e beleza, do essencial, invisível
Aos olhos, tem os sonhos maiores que o mundo,
Estados das coisas, você tem a sua força,
Viva, doce, delicada. Claros olhos, valentes,
Às vezes desperta a inveja só por ter a luz
Maior que o próprio céu, e espelhar o amor...
Preferir compreender, amar a ser amada, e
Assim, querida, é amada como é bela, e tem
Não só a poesia a ti, mas o céu, e o sempre,
Amor, menina, amor, tem esse amor pra sempre...
Amo você completamente, como se indexasse seu sorriso e eternizasse os segundos, beijos, em poesia, querida. Poucos momentos e momentos tão eternos, segundos moldurados de paz, e glória-amor do infinito ardente. Doura a vida em teu sorriso, o amor em teu beijo, completamente, querida, amo você, completamente. Héber Bensi
terça-feira, 18 de junho de 2013
DESORDEM E REGRESSO (Héber Bensi)
Brasil, Brasil, da putaria do Congresso, da sinecura
CPI, do Nepotismo, da corrupção. Cartões federais
Corporativos, dados aos ministros, aos politicos a
Fazerem toda festa. Enquanto dominam e lavam...
Todo o dinheiro aos paraísos fiscais. Sem-Vergonha
E com destino, a cadeia que não é...de origem, vai
Ser sempre brasileiro, próximo a uma outra eleição
Tentar recomeçar. Brasil, Brasil, Brasil, pátria amada.
Colossal no talento, de engano ao povo, burro sempre,
Faz carnaval, sem planos ao futuro, sentença-eleição.
Brasil, Brasil, da putaria do Congresso, da sinecura
CPI, do Nepotismo, da corrupção. Cartões federais
Corporativos, dados aos ministros, aos politicos a
Fazerem toda festa. Enquanto dominam e lavam...
Todo o dinheiro aos paraísos fiscais. Sem-Vergonha
E com destino, a cadeia que não é...de origem, vai
Ser sempre brasileiro, próximo a uma outra eleição
Tentar recomeçar. Brasil, Brasil, Brasil, pátria amada.
Colossal no talento, de engano ao povo, burro sempre,
Faz carnaval, sem planos ao futuro, sentença-eleição.
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Polícia violenta (Héber Bensi)
Não assume a covardia o órgão repressivo do Estado,
O estado corruptor vende os órgãos do povo,
Sem garantia nenhuma, não há hospitais,
Nem escolas, quebradas, escancaradas sobre
A sede de poder. A tirania alucinógena proíbe
A manifestação. Estudantes desarmados são
Chamados de bandidos, pela mídia tomada
Em sangue, dólares fabricados pela perversidade
Sistemática. O sonho do povo empobrece e morre,
E as escolas, hospitais se perdem na escuridão
Dos políticos que se escondem no pão e circo, sem fim.
Não assume a covardia o órgão repressivo do Estado,
O estado corruptor vende os órgãos do povo,
Sem garantia nenhuma, não há hospitais,
Nem escolas, quebradas, escancaradas sobre
A sede de poder. A tirania alucinógena proíbe
A manifestação. Estudantes desarmados são
Chamados de bandidos, pela mídia tomada
Em sangue, dólares fabricados pela perversidade
Sistemática. O sonho do povo empobrece e morre,
E as escolas, hospitais se perdem na escuridão
Dos políticos que se escondem no pão e circo, sem fim.
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