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quinta-feira, 19 de março de 2015

O triunfo de Deus (Héber Bensi)
O triunfo de Deus, do exército dos anjos,
Soou a música no alto do Céu, sobre a encosta
A música da virtude, e da vitória,
O bem era o segredo de luz no topo do montanha.
O sonho da felicidade foi pintado azul na colina,
E o sorriso do herói foi condecorado na luz,
E a poesia importava, era o sorriso do sonho,
Toda a paz silenciosa explodia-se de vida.
O amor e as palavras de Deus eram o significado
Em que valia a pena sonhar sobre o topo unificado,
Delírios ardentes dos anjos, o poeta avisava a vitória
De Deus...do amor que pra sempre existirá.

quinta-feira, 12 de março de 2015

Scarlet Red (Héber Bensi)

Just about eternity,
Happy singing melodies that burning,
Sparkled in the picture, as when all the love
Drew the essence of virtue in heaven.

Knew too much to argue or judge,
So much talent was described by God,
Her love, everywhere, inside
Me, was the essence that I wrote.

My dear, there are your colors in each song
I write with your name,
Your light that my life enchants
The permanent chord in the soul shines.


Amá-la sempre. Um devaneio, minha eternidade. Delírios de poesia, em que você permanece no meu coração, na luz da verdade, dentro de mim. Héber Bensi

sábado, 10 de janeiro de 2015

Charlie Hebdo (Héber Bensi)
Violence tried to silence the art,
But you know, pens are stronger than bombs,
In silent walk of the universe,
Bombs sound sad, with triggered ignorance.
Blood stained Paris, and the lights went out.
Lit up again because of the hope still sounded,
And in the drawings, new wings made an angel flying,
The light tower was lit, with writing freedom.
People offered roses to the dead,
They would not be forgotten, drawings, diamonds,
All art was lit in heaven ...
Muhammad and God appeared to look,
The drawings were now eternal.


Charlie Hebdo (Héber Bensi)
A violência tentou calar a arte,
Mas você sabe, canetas são mais fortes que bombas,
No caminhar silencioso do universo,
As bombas soam tristes, com a ignorância deflagrada.
O sangue manchou Paris, e as luzes se apagaram.
Se acenderam novamente, pois a esperança ainda soava,
E nos desenhos, novas asas fizeram um anjo voar,
A luz da Torre estava acesa, com a liberdade escrita.
Pessoas ofereceram rosas aos mortos,
Não seriam esquecidos, desenhos-diamantes,
Toda a arte estava iluminada no Céu...
Maomé e Deus apareceram para olhar,
Os desenhos que agora eram eternos.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015



Ainda é possível ver a esperança, escrever sobre ela.Ainda aparece clara a mim, ainda é possível redesenhá-la na colina,no topo, como um agradecimento a Deus pela vida e pelas poesias escritas. Meu amor foi dedicado a ela, ela é a minha alegria. No topo da colina o nome dela está escrito, com um acorde e um sorriso cantei o nome dela, como um signo que soa no meu coração , a felicidade era o pensar nela, que em mim ainda estava, ela é a esperança que em mim ainda vive. Héber Bensi