contador de visitas
artistas
contador de visitas

terça-feira, 1 de julho de 2014

Menina da Holanda (Héber Bensi)

Holandesa, quanta luz há em você, arpejos
De vidas, músicas doces, uma orquestra em
Um sorriso, todo o sonho cultivado no coração.
Doce coração, há tanto amor em seus passos,
Tanta vida em um abraço, sonhos realizados.
Quanto talento e criatividade, fizeram o mundo
Ser pequeno a suas conquistas vitalícias de 
Um sorriso do coração-amor-há tanta luz...
Seus cabelos, claros...significâncias aos
Significados, suas palavras- de amor, uma
Sinceridade que outrora não vi , nesse mundo,
Vi em seus olhos, que por Deus foram descritos,
Tão doces, e eternos, em seu amor eternizado.
Cristalizado, em seu desfile, livre, querida, sorria.




* Celine Brinkgreve

domingo, 8 de junho de 2014


Mannequin  (Héber Bensi)

Você estava ali parada, tinha signos de luz,
Simbolizava o mundo,  com um sorriso,
Sutilmente era a mais linda, na simplicidade
Tinha o talento radiante,  cabelos de luz.

Árias brilhantes, olhos claros, cabelos loiros,
Desfilava no infinito e engrandecia os delírios
Dos arpejos e das flores, seus sonhos eram o
Mundo, vestia-se de cores, vestia-se de amor-

Vida, incandescente.  A sua pureza trazia esperança,
E tanto talento, mostrava Deus - atemporal, perto,
Além das estrelas e do tempo, seu beijo era eterno,
Em um segundo, era tudo, todo tempo , pra sempre.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Lua de sangue

Lua de sangue (Héber Bensi)

Poderia eu atravessar o mundo em seus lábios de sangue,
Disfarçados de glória, adjacente à flor da esperança
Nesse amor gigantesco e rubro de fios-de-coração?

Poderia eu morar na glória triunfante em seus navios
De Deus? Poderia eu rodar o mundo nas primaveras de
Seu universo? Lua da paz incandescente, lua do amor
Permanente, poderia eu viver e morrer em sua glória-

Poesia, delirante? Crateras específicas da força,
De toda uma vida, em que escrevi, pra poder viver,

Poderia eu ser o sangue da vitória arrancando toda
Glória, e a beijando, sobre seu brilho intenso sem
Fim? Poderia eu ir, além, além, do infinito, em ti?

Lua de sangue, disfarçada de beijo, hoje dança,
Dança sobre as rimas, de um poeta que sangra,

Que sobre o vermelho canta, e sorri sobre a vida.

domingo, 23 de março de 2014

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Tudo o que eu escrevi foi para alegrá-la todos os dias, trazê-la a esperança, outrora perdida, em meio à escuridão que teima em atormentar a luz de seus dias. Foi o amor que a fez se perder, para reencontrar-se com a vida, que em seu sorriso culminaram, todo o tempo de virtudes, e paz. Héber Bensi