‘’Tão maravilhosa, entre os cordões de seda, divulgava a luz com as filigranas de prata. Desfilava em Paris, com os véus brilhantes maiores que quaisquer estações. Parecia uma princesa, nobre de coração, educada e querida, superava as perspectivas, parecia que o impossível não existia, pra uma menina tão maravilhosa assim.’’ Héber Bensi
terça-feira, 3 de julho de 2012
segunda-feira, 2 de julho de 2012
''Disseram pra ela o que fazer...ela não se importou...muito...pois já pensava muito, fazia muito, fazia do jeito dela. Tão maravilhosa, de um jeito inacreditável, tinha um coração mensageiro, não deste ou deoutros tempos, mas do presente, do algodão dourado, dos guizos de ouro, cristais plenos de seu segredo. Era tão bela, maior que uma passarela, que a própria beleza ou seus deveres...não devia nada, cultivava tudo, amava tudo, a esmo, não como sacrificio, mas apenas por ver Deus, por gostarde sorrir, por estar em todos os lugares. Como de Milão a Paris, como na luz do fim do túnel, como na alma dos segredos, coração da vida...como a própria luz maravilhosa, que de um jeito ou de outro estava sempre nela, com ela, pra ela...sempre.'' Héber Bensi
domingo, 1 de julho de 2012
''Que responsabilidade essa de levar luz com palavras, colocar meu sorriso na poesia e fazer despertar esses delírios de alegria aos amigos e amigas, sofismas mágicos da poesia infinita, universal dos instantes, valores de paz, intermitente alegria da vida, milagres das palavras, enfeitadas de luz.'' Héber Bensi
Flores da paz (Héber Bensi)
Garotinho que viu a guerra, da guerra
Nunca se esqueceu, do sangue frio dos
Soldados, da Luger, da dor, carnificina,
Terror, pobre meninho, que nunca teve
Oportunidade de viver em um mundo sem
Guerra. No territorio distante, apenas a
Esperança o mantinha vivo, o sonho de
Que algum lugar não fosse feito de minas
E concreto, de corpos, de vidas, deserto,
Menininho que sonhava com as Flores da Paz.
Garotinho que viu a guerra, da guerra
Nunca se esqueceu, do sangue frio dos
Soldados, da Luger, da dor, carnificina,
Terror, pobre meninho, que nunca teve
Oportunidade de viver em um mundo sem
Guerra. No territorio distante, apenas a
Esperança o mantinha vivo, o sonho de
Que algum lugar não fosse feito de minas
E concreto, de corpos, de vidas, deserto,
Menininho que sonhava com as Flores da Paz.
Assinar:
Postagens (Atom)